Artigos de autoria de Pedro Uzum - Acho bom esclarecer

14. 05. 02
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Quando abordei o assunto sobre terapia de regressão e questionei a existência de vidas passadas, em momento algum tive ou tenho a intenção de induzir quem quer que seja a acreditar ou duvidar da possibilidade de reencarnação. O fato é que, a terapia de “regressão” (como eu disse, o termo dá margem a confusão), quando bem conduzida, em muitos casos traz a solução de problemas emocionais e até físicos. No processo emergem, do lado esquerdo da tela (veja o primeiro artigo), algumas situações que indubitavelmente pertencem ao passado da vida atual, ao passo que outras parecem pertencer a outras épocas e lugares, levando o sujeito a ter a nítida impressão de ser ele mesmo vivenciando outras vidas.É claro que, se por motivos filosóficos ou religiosos o indivíduo nega essa possibilidade, ele mesmo bloqueia o material que pode surgir. No entanto, se ele se permite admitir esse material como se fosse uma fantasia que vem do inconsciente, sem questionar a origem do material, vai se beneficiar do processo todo. Isto tenho observado ao longo do meu trabalho com “regressão” (aliás, essa é apenas uma das técnicas que utilizo).Isto posto, considero a possibilidade de que o material que emerge seja real, porém não ocorrido com o cliente, quer ele acredite ou não em reencarnação e aí surge a possibilidade de que o que ocorreu pertence a algum ancestral dele ou de outras pessoas, bem como do assim chamado “inconsciente coletivo”, proposto pelo psicólogo Gustav Jung. Isso porque esse material tem algo a ver com a problemática apresentada pelo cliente de terapia. O que mais reforça meu questionamento é o avanço da Física Quântica, onde aparece “O Campo Unificado” de Einstein, as teorias do Físico indiano Amit Goswami, o trabalho do biólogo e parapsicólogo inglês Rupert Sheldrake entre outros e, mais recentemente, o trabalho iniciado pelo psicólogo alemão Bert Hellinger, chamado de “Constelações Familiares”, assunto que vou abordar proximamente. Todas essas descobertas dos grande cientistas comprovam que, além da nossa individualidade, fazemos parte indissolúvel de todo o Universo. Com isso a nossa tela do Agora ganha novas dimensões.